‘Travamento do país é péssimo para a saúde’, afirma Mandetta

Para o ministro, os governadores que empregaram "medidas duras", como a de bloqueio total, já estão vendo que, "em alguns casos, aceleraram, passaram do ponto".

Foto: Marcos Corrêa/PR

O ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, afirmou ontem (24) que o “travamento absoluto” do país é péssimo para a saúde, citando problemas na logística de produção e distribuição de equipamentos médicos.

“Esse travamento absoluto do país para a saúde é péssimo. Eu continuo precisando de pré-natal. Tem médico fechando consultório. Daqui a pouco, eu estou lá cuidando de um vírus e cadê o meu pré-natal? Cadê o cara que está fazendo a quimioterapia? Cadê o pessoal que está precisando fazer o diagnóstico? Cadê as clínicas de ultrassom?”, declarou Mandetta.

Para o ministro, os governadores que empregaram “medidas duras”, como a de “lock out” (bloqueio total), já estão vendo que, “em alguns casos, aceleraram, passaram do ponto”. Questionado se deverá pedir expressamente que os governadores Witzel e Doria relaxem suas ações na reunião prevista para hoje (25), com chefes dos Estados do Sudeste, ele disse não achar necessário.

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