PRF apreende camisas falsificadas do Bahia na BR-116, no trecho de Rafael Jambeiro

A instituição classificou a ação como combate à pirataria, sonegação fiscal, descaminho e demais ilícitos de ordem tributária.

Foto: Divulgação / PRF

A Polícia Rodoviária Federal (PRF) apreendeu centenas de camisas falsificadas do Esporte Clube Bahia, na última quinta-feira (23), na BR-116, no trecho que corresponde ao município de Rafael Jambeiro, no interior do estado. A instituição classificou a ação como combate à pirataria, sonegação fiscal, descaminho e demais ilícitos de ordem tributária.

Aos policiais, o motorista de 49 anos revelou que comprou as camisas falsificadas do Esquadrão de Aço em Feira de Santana e pretendia comercializá-los na região de Itatim. Toda a mercadoria, encontrada no interior do carro sem a devida comprovação fiscal, foi apreendida pelos agentes federais.

Segundo a PRF, produtos falsificados são muitas vezes vendidos no comércio informal e revendidos como sendo originais. “O consumidor muitas vezes compra o produto sem saber da falsificação, pagando o preço de uma mercadoria verdadeira. É lesado financeiramente e também corre riscos ao utilizar um produto que não segue os critérios de qualidade”, disse, em nota.

Agradecimento

O vice-presidente do Bahia, Vitor Ferraz, encaminhou ao superintendente da PRF na Bahia, Virgílio de Paula Tourinho, um agradecimento formal pelos esforços empreendidos pelo órgão e pela equipe responsável, que culminaram na apreensão de centenas de camisas que continham estampas com o escudo do clube e a marca de materiais esportivos Esquadrão.

“O Bahia louva os esforços da PRF-BA no combate à produção, distribuição e comercialização de produtos falsificados e reconhece a importância das ações empreendidas contra ações delituosas dessa natureza”, diz o documento enviado pelo vice-presidente.

“Especialmente porque o Bahia vem buscando baratear os produtos oficiais e licenciados, onde, licitamente, se encontram estampados os seus sinais distintivos (nome, apelidos, cores, emblema, bandeira, mascote, entre outros), e, portanto, torná-los mais acessíveis aos seus torcedores, ampliando assim o número de torcedores e admiradores que podem vivenciar a experiência de utilizar produtos oficiais e licenciados”, completou Ferraz.

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