Porteiro que aparece em áudio de Carlos Bolsonaro não é o mesmo que registrou entrada de Élcio, diz Veja

O funcionário que diz ter recebido aval de ‘seu Jair’ ainda está de férias.

Foto: Reprodução/TV Globo

A Polícia Civil do Rio de Janeiro descobriu, em investigação sobre a portaria do condomínio Vivendas da Barra, onde Jair Bolsonaro morou até assumir a Presidência e onde reside o seu filho e vereador Carlos, divergências entre o porteiro que prestou depoimento e outro porteiro que anotou a chegada do suspeito no assassinato de Marielle Franco, Élcio Queiroz.

De acordo com a Veja, a apuração concluiu que o funcionário que registrou no livro o número 58 (da casa de Bolsonaro) não é o mesmo que fala com o Ronnie Lessa (dono da casa 65 e suspeito de ter efetuado os disparos que mataram a vereadora) em áudio divulgado por Carlos. O porteiro que prestou os dois depoimentos no mês passado e alegou ter recebido aval de “seu Jair” para permitir entrada de Élcio ainda está de férias.

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