Polícia Civil divulga nome dos 28 mortos em operação no Jacarezinho

Foram 28 óbitos, um a menos do que o informado inicialmente pelos agentes, na operação mais letal da história do Rio..

Foto: Reprodução/Voz das Comunidades

A Polícia Civil do Rio de Janeiro divulgou neste sábado (8), de forma oficial, os nomes das pessoas mortas durante operação na comunidade do Jacarezinho, na zona norte do Rio, que ocorreu na quinta-feira (6). Segundo o portal UOL, foram 28 óbitos, um a menos do que o informado inicialmente pelos agentes, na operação mais letal da história do Rio.

Segundo a corporação, a retificação de uma morte ocorreu por contagem de dois corpos que não estavam identificados no hospital, mas que já tinham sido identificados pela Delegacia de Homicídios. Os nomes ainda não haviam sido oficialmente divulgados pela polícia.

Confira:

Jonathan Araújo Da Silva
Jonas Do Carmo Santos
Márcio Da Silva Bezerra
Carlos Ivan Avelino Da Costa Junior
Rômulo Oliveira Lúcio
Francisco Fábio Dias Araújo Chaves
Cleyton Da Silva Freitas De Lima
Natan Oliveira De Almeida
Maurício Ferreira Da Silva
Ray Barreiros De Araújo
Guilherme De Aquino Simões
Pedro Donato De Sant’ana
Luiz Augusto Oliveira De Farias
Isaac Pinheiro De Oliveira
Richard Gabriel Da Silva Ferreira
Omar Pereira Da Silva
Marlon Santana De Araújo
Bruno Brasil
Pablo Araújo De Mello
John Jefferson Mendes Rufino Da Silva
Wagner Luiz Magalhães Fagundes
Matheus Gomes Dos Santos
Rodrigo Paula De Barros
Toni Da Conceição
Diogo Barbosa Gomes
Caio Da Silva Figueiredo
Evandro Da Silva Santos

A ação, que visava combater o tráfico de drogas, ocorreu após o STF (Supremo Tribunal Federal) restringir operações durante a pandemia e a menos de uma semana da posse definitiva do governador Cláudio Castro (PSC) depois do impeachment de Wilson Witzel (PSC).

O STF determinou que a polícia deve comunicar e justificar a realização da operação ao MP-RJ (Ministério Público do Rio de Janeiro), além de enviar um relatório com o resultado. Procurado pelo UOL, o MP disse ter sido comunicado sobre a ação apenas às 9h, após o início dela, para o cumprimento de mandados judiciais.

A polícia alega que os mortos apresentavam antecedentes criminais, embora não tenha apresentado documentos que comprovem as acusações. As vítimas começaram a ser enterradas na tarde de hoje, dois dias após a operação.

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