PGR prorroga força-tarefa da Lava Jato em Curitiba por mais um ano

Segundo o G1, a decisão de Dodge vai ser publicada nesta terça-feira (13) e deve ser submetida ao Conselho Superior do Ministério Público Federal (CSMPF).

Foto: Foto: Pedro de Oliveira/ALEP

A procuradora-geral da República, Raquel Dodge, prorrogou por mais um ano a força-tarefa da Operação Lava Jato dentro do Ministério Público Federal (MPF) do Paraná. Criado em 2014, o grupo de trabalho encerraria no próximo dia 9 de setembro, mas foi prorrogado pela quinta vez. Segundo o G1, a decisão de Dodge vai ser publicada nesta terça-feira (13) e deve ser submetida ao Conselho Superior do Ministério Público Federal (CSMPF).

A força-tarefa é coordenada pelo procurador Deltan Dallagnol, citado em uma série de irregularidades que ele nega. Conversas vazadas para o The Intercept Brasil e analisadas em conjunto com outros veículos mostram que ele participou de reunião remunerada e secreta com banqueiros, planejou criar empresa para lucrar com a operação e tentou investigar autoridades com foro privilegiado, sem ter competência para isso nem indícios de crime.

Além de Dallagnol, a equipe é composta por outras 68 pessoas entre procuradores, servidores, contratados e estagiários. Ao portal, a PGR informou que o grupo custa R$ 112,2 mil por mês, com base em dados da Secretaria-Geral do MPU. Considerando os encargos, o custo anual chega a R$ 1,4 milhão.

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