Órgão federal suspeita que 72 presos foram mortos por agentes públicos

Oito pessoas desapareceram de um presídio em Roraima e 64 de uma penitenciária no Rio Grande do Norte

Depois das rebeliões em presídios no ano passado, 72 detentos desapareceram, segundo relatório anual do Mecanismo Nacional de Prevenção e Combate à Tortura, órgão que inspeciona penitenciárias e é ligado ao Ministério dos Direitos Humanos.

De acordo com a colunista Mônica Bergamo, da Folha de S. Paulo, a versão oficial é de que os presos fugiram.

Dados divulgados hoje (1º) pelo órgão levantam outra hipótese. “Os casos envolvem desde a omissão criminosa do Estado até suspeitas fundadas em fortes indícios de práticas de homicídios envolvendo agentes públicos, passando inclusive pela ocultação de cadáveres”, afirma o relatório.

Oito pessoas desapareceram de um presídio em Roraima e 64 de uma penitenciária no Rio Grande do Norte.

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