‘Não existiu essa história de assédio e fotos’, diz familiar de professora suspeita de assediar aluna de 13 anos na Bahia

Jovem de 22 anos vai responder pelo crime em liberdade. Inquérito do caso foi enviado para o Ministério Público.

Foto: Phael Fernandes/G1

A família da professora de 22 anos suspeita de assediar uma aluna de 13 anos em uma escola da Ribeira, em Salvador, disse que a mulher nega as acusações. A jovem vai responder pelo caso em liberdade após passar por audiência de custódia, nesta sexta-feira (6).

“Ela fez um grupo [em um aplicativo de mensagens] para mandar materiais didáticos para os alunos e a menina veio até o privado para falar sobre a relação que tinha com a família. Não existiu essa história de assédio e fotos”, disse um familiar da professora, que não quis revelar a identidade.

De acordo com o parente da jovem, a família da vítima, apesar de ter denunciado a professora, não conseguiu comprovar o crime. “Eles só alegaram que tinha fotos dela, mas não mostraram as provas”.

Segundo o Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA), o juiz plantonista pediu o relaxamento da prisão da suspeita porque não houve comprovação de crime para que ela fosse encaminhada para o presídio.

A jovem é estudantes de pedagogia e atuava na unidade de ensino há um ano, como estagiária de matemática. Ela foi desligada das atividades na escola após a denúncia dos pais da adolescente. Segundo o TJ, a Polícia Civil já concluiu o inquérito, que foi enviado para o Ministério Público da Bahia (MP-BA) que vai decidir se denuncia ou não a professora à Justiça.

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