MP-BA pede conservação do corpo de Adriano de Nóbrega no IML do RJ

A morte do ex-policial militar do Rio de Janeiro, Adriano Magalhães da Nóbrega, se deu após ser atingido com um tiro de fuzil e outro de carabina.

Foto: Divulgação

O Ministério Público da Bahia (MP-BA) solicitou nesta terça-feira (18) à Justiça de Esplanada, uma determinação judicial ao Departamento de Perícia Técnica (DPT) do Instituto Médico-Legal do Rio de Janeiro para que o órgão mantenha “intacto” o corpo de Adriano Magalhães de Nóbrega até a efetivação de novo exame pericial complementar.

Segundo os promotores de Justiça Dario Kist e Gilber de Oliveira, a medida deve ser adotada em razão da revogação do impedimento do enterro do ex-policial do Batalhão de Operações Policiais Especiais (Bope) do Rio de Janeiro como consequência da extinção, resultante de sua morte, de ações penais ajuizadas contra ele.

No pedido, o MP entende que os exames periciais já foram feitos, mas argumentam que a cremação pode impossibilitar novas investigações em andamento sobre o caso e a morte de Adriano.

A morte do ex-policial militar do Rio de Janeiro, Adriano Magalhães da Nóbrega, se deu após ser atingido com um tiro de fuzil e outro de carabina. os disparos forem efetuados por dois policiais militares da Bahia, Batalhão de Operações Especiais (Bope), durante operação no último domingo (9). Adriano era apontado como chefe do Escritório do Crime e com suspeita no envolvimento da morte da vereadora Marielle Franco.

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