Investigações sobre caso Marielle completam 11 meses sem conclusão

Não faltam hipóteses para o crime e o mais provável, segundo investigadores e autoridades que acompanham o assunto, é que ele tenha sido cometido por milicianos

Foto : Arquivo/Marcelo Camargo/Agência Brasil

As investigações sobre o assassinato da vereadora Marielle Franco (PSOL) e o motorista Anderson Gomes completam hoje (14) 11 meses sem conclusão. Eles foram mortos a tiros no centro do Rio de Janeiro após um evento político.

As investigações são resguardadas por sigilo. Não faltam hipóteses para o crime e o mais provável, segundo investigadores e autoridades que acompanham o assunto, é que ele tenha sido cometido por milicianos.

No Rio, os milicianos, grupos paramilitares, são conhecidos por controlar, ilegalmente e de forma armada, territórios mais pobres do estado.

Em dezembro de 2018, o chefe do Departamento de Homicídios da Polícia Civil do Rio, Giniton Alves, disse à Agência Brasil que “o absoluto sigilo das apurações realizadas” é a “maior garantia para o alcance dos autores e mandantes dos crimes investigados”.