Iniciativa leva sustentabilidade à menstruação com lingeries absorventes

As calcinhas ultra-absorventes são feitas com fibra de bambu, produzidas no Brasil com matéria-prima nacional.

Com o objetivo de combater o impacto que a menstruação descartável gera no ambiente, uma marca desenvolvida pela Morada da Floresta, lançou coleção de lingeries absorventes, que duram até cinco anos e evitam o descarte de mais de mil unidades não recicláveis.

No Brasil, 15 bilhões de absorventes vão parar em lixões e aterros anualmente e cada um deles leva em média cem anos para se decompor. De acordo com a Morada da Floresta, integrante da Rede Folha de Empreendedores Socioambientais, o custo da menstruação ao meio ambiente e ao bolso em cinco anos é de 17.000 kg de resíduo e R$ 750.

Além de sustentáveis, as lingeries absorventes são saudáveis ao corpo feminino. Assim como outras soluções propostas pela Ecoabs -coletor menstrual e absorvente de pano-, elas ajudam a manter a saúde natural da região íntima, já que são produzidas por tecidos que permitem a respiração das mucosas vaginais e mantêm o pH equilibrado, diminuindo a chance de infecções.

A iniciativa é também vantajosa ao bolso das mulheres, que ao optar pela opção sustentável economizam entre 50% e 80% em relação à menstruação descartável. Além disso, as lingeries são discretas e têm estilos e estampas variadas, divididas nas coleções básica, romântica e teen.

As calcinhas ultra-absorventes são feitas com fibra de bambu, produzidas no Brasil com matéria-prima nacional. Elas absorvem fluxo moderado, médio e intenso e custam a partir de R$ 85.

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