Empresas começam a estudar como reagir se algum funcionário se recusar a receber vacina

Áreas jurídicas estão avaliando como se posicionar diante da situação.

Foto: divulgação PMLF

Com o avanço da vacinação contra a Covid-19 no Brasil, empresas estão colocando suas respectivas áreas jurídicas para estudar como se posicionar caso algum funcionário se recuse a ser imunizado. Um dos mercados de olho no assunto é o de ensino particular, porque os professores acima de 47 anos começaram a receber o imunizante neste mês.

Outro segmento é o dos terceirizados do sistema de transporte, pelo menos em São Paulo, que já anunciou a imunização de trabalhadores do Metrô e da CPTM a partir de 11 de maio, incluindo funcionários da operação como limpeza, seguranças e técnicos de manutenção acima de 47 anos.

Além das categorias prioritárias, a questão entra na pauta dos setores em geral, conforme vai sendo superada a vacinação das idades mais avançadas e em grande parte dos aposentados. As informações são da coluna Painel, da Folha.

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