Apesar de crise, aliados de Bolsonaro dizem que chance de ruptura com militares é zero

"É o momento psicológico que o mundo vive, todo mundo apreensivo, pandemia e tudo".

Foto: Marcos Corrêa/PR

Mesmo com o governo federal vivendo a maior crise militar desde 1977, aliados do presidente Jair Bolsonaro no Congresso acreditam que o caso não é tão preocupante e que não há chance alguma de ruptura internacional.

“É o momento psicológico que o mundo vive, todo mundo apreensivo, pandemia e tudo. Não tem nada disso”, afirmou Eduardo Gomes (MDB-TO), líder do governo no Congresso, segundo a coluna Painel, da Folha. Ele lista uma série de trocas no Ministério da Defesa e nos comandos das forças nos governos Lula e Dilma Rousseff (ambos do PT), sem que isso tenha causado sobressaltos políticos.

Líder do PSL na Câmara, o deputado Major Vitor Hugo (GO) disse que foram mudanças naturais e que o risco de quebra democrática não existe. “Todo governo fez uma reavaliação após dois anos. É natural que ocorra numa pandemia, quando o governo tem que dar respostas rápidas e oportunas. O presidente tem a prerrogativa de fazer as trocas.”

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